Archive for dezembro, 2012

Feliz 2013

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dezembro 31, 2012 at 12:03 pm Deixe um comentário

Feliz 2013: mais 30 anos de poder para o PT

Dez anos de avanços

Por DILMA ROUSSEFF

Os dez anos de governos liderados pelo Partido dos Trabalhadores marcam a incorporação de uma nova agenda para o Brasil.

O combate à desigualdade social passou a ser uma política de Estado, e não mais uma ação emergencial. Os governos do presidente Lula e o meu priorizaram a educação, a saúde e a habitação para todos, a retomada dos investimentos públicos em infraestrutura e a competitividade da economia.

Na última década, raros são os países que, como o Brasil, podem se orgulhar de oferecer um futuro melhor para os seus jovens. A crise financeira, iniciada em 2007, devastou milhões de empregos e esperanças no mundo desenvolvido.

No Brasil, ocorreu o contrário. Cerca de 40 milhões de pessoas foram incorporadas à chamada nova classe média, no maior movimento de ascensão social da história do país. A miséria extrema passou a ser combatida com uma ação sistemática de apoio às famílias mais pobres e com filhos jovens.

Através do programa Brasil Carinhoso, somente em 2012 retiramos da pobreza extrema 16,4 milhões de brasileiros. Entre 2003 e 2012, a renda média do brasileiro cresceu de forma constante e a desigualdade caiu ano a ano. Nesta década, foram criados, sem perda de direitos trabalhistas, 19,4 milhões de novos empregos, sendo 4 milhões apenas nos últimos dois anos.

Reconhecer os avanços dos últimos dez anos significa também reconhecer que eles foram construídos sobre uma base sólida. Desde o fim do regime de exceção, cada presidente enfrentou os desafios do seu tempo. Eles consolidaram o Estado democrático de Direito, o funcionamento independente das instituições e a estabilidade econômica.

Acredito que os futuros governos tratarão como conquistas de toda a população nossos programas de educação –como o Pronatec, de formação técnica, o ProUni e o Ciência Sem Fronteiras– e de eficiência do Estado –como os mecanismos de monitoramento de projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e a transparência na prestação de contas da Lei de Acesso à Informação.

O Brasil que emerge dos últimos dez anos é um país mais inclusivo e sólido economicamente. O objetivo do meu governo é aprofundar estas conquistas.

O desafio que se impõe para os próximos anos é, simultaneamente, acabar com a miséria extrema e ampliar a competitividade da nossa economia. O meu governo tem enfrentado estas duas questões. Temos um compromisso inadiável com a redução da desigualdade social, nossa mancha histórica.

Ao longo de 2012, lançamos planos de concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, que abrem as condições para um novo ciclo virtuoso de investimento produtivo. Reduzimos a carga tributária, ampliamos as desonerações na folha de pagamento e, em 2013, iremos baratear a tarifa de energia.

São medidas fundamentais para aumentar a competitividade das empresas brasileiras e gerar as condições de um crescimento sustentável.

Iremos aproveitar a exploração do pré-sal para concentrar recursos na educação, que gera oportunidades para os cidadãos e melhora a qualificação da nossa força de trabalho.

É a educação a base que irá nos transformar em um país socialmente menos injusto e economicamente mais desenvolvido. Um Brasil socialmente menos desigual, economicamente mais competitivo e mais educado. Um país que possa continuar se orgulhando de oferecer às novas gerações oportunidades de vida cada vez melhores. Um país melhor para todos.

Tenho certeza que estamos no rumo certo.

dilma-e-lula-no-Paraná

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dezembro 30, 2012 at 11:44 am 1 comentário

Receita de Ano Novo

bebe nascendo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo

cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,

Ano Novo sem comparação como todo o tempo já vivido

(mal vivido ou talvez sem sentido)

para você ganhar um ano

não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,

mas novo nas sementinhas do vir-a-ser,

novo até no coração das coisas menos percebidas

(a começar pelo seu interior)

novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,

mas com ele se come, se passeia,

se ama, se compreende, se trabalha,

você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,

não precisa expedir nem receber mensagens

(planta recebe mensagens?

passa telegramas?).

Não precisa fazer lista de boas intenções

para arquivá-las na gaveta.

Não precisa chorar de arrependido

pelas besteiras consumadas

nem parvamente acreditar

que por decreto da esperança

a partir de janeiro as coisas mudem

e seja tudo claridade, recompensa,

justiça entre os homens e as nações,

liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,

direitos respeitados, começando

pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um ano-novo

que mereça este nome,

você, meu caro, tem de merecê-lo,

tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil,

mas tente, experimente, consciente.

É dentro de você que o Ano Novo

cochila e espera desde sempre.

Texto de Drummond extraído do “Jornal do Brasil”, Dezembro/1997.

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dezembro 29, 2012 at 11:21 am 1 comentário

As previsões do Pai Curupira

previsoes

O Pai Curupira do Sat, o macumbeiro oficial do PT, acertou todas as suas previsões!

Por isso, ganhou o prêmio de melhor macumbeiro de 2012.

Vejamos os seus acertos:

Previu que Lula seria o maior vencedor das eleições de 2012;

Que o tal mensalão não colaria no PT;

Que o PT seria o partido que mais cresceria nas eleições de 2012;

Que a Veja e a Globo aprofundariam seu descrédito;

Que o mundo acabaria apenas para oposição golpista e o Brasil atravessaria o cabo das tormentas da crise internacional;

Que praga de PIG não cola em Presidenta trabalhadora;

Que um tal Brasil Carinhoso erradicaria os últimos bolsões de pobreza;

Que o Prouni faria do filho de pobre doutor;

Que a nova classe média continuaria tomando vinho importando e dividindo os acentos dos aviões com a chamada elite cheirosa;

Que o Programa Minha casa, minha vida entregaria mais de hum milhão de casas;

Que as taxas de juros despencariam no Brasil.

Que a inflação permaneceria sobre controle e que a política de distribuição de renda continuaria esvaziando as senzalas;

Que Dilma e Lula atingiriam os píncaros da popularidade;

Que Paulo Rocha seria absolvido, mas Joaquim, mesmo sem provas, condenaria Genoíno e Dirceu;

Que Edmilson seria derrotado na eleição para prefeitura de Belém e depois colocaria a culpa nos abestados do PT;

Que Edir Veiga acertaria todas as pesquisas;

Que Charles Alcântara, mais uma vez, reabriria seu blogue;

Que o Psol se uniria de vez com o DEM;

Que o BRT não sairia do lugar;

Que as escolas públicas, na gestão tucana, seriam um fracasso;

Que o Navegapará seria afundado;

Que a turma do Nilson Pinto seria defenestrada da SEDUC.

Que a segurança pública continuaria uma merda!!!

Que Jatene continuaria preguiçoso e DUDU seria despachado pelo povo;

Feliz 2013 para todos os leitor@s do Diário de Um Educador!!

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dezembro 28, 2012 at 10:59 am 2 comentários

E que venha 2013

O ano de 2012 morreu na solidão das promessas não cumpridas.

Nada, absolutamente nada, mudou em nossas vidas.

As promessas que fizemos foram perdidas como as pétalas que caem ao jardim.

Partiram como a batida rápida das asas do beija-flor.

O tempo vai passando como um tempestade em nossas vidas: tsunami inesperada.

Arrasta os mais belos sonhos, os projetos desenhados metodicamente semelhante a teia de aranha: forte e frágil

O tempo é outro.

Um novo ano bate as portas e já não é mais possível olhar pra trás.

O nosso tempo é presente, é grito de criança que explode em choro ao deslumbrar a primeira luz da vida.

A própria vida é surpresa, roleta russa, sinuca de bico, encruzilhada e felicidade.

Dizem os especialistas que 2013 será um ano de sorte regido pela serpente.

Espero que sim.

Espero, ainda, que a gente não sonhe em mudar o mundo, pois isso é fácil de tecer.

Não precisamos comandar revolução, pois milhares de homens e mulheres já a semearam pelos países afora.

Ou pouco menos necessitemos arrastar montanha porque a fé já é capaz de movê-la.

Façamos algo mais arrojado.

Algo mais difícil que mudar o mundo, fazer revoluções e mover montanhas.

Mudemos a nós mesmos e 2013 será diferente!!

Mas se nada disso faz sentido para o caro leitor(a), então :

Dance,

se esbalde

e se divirta como nunca”

E que venha 2013!!!!!!!!

dezembro 28, 2012 at 12:43 am Deixe um comentário

Os autoritários de hoje

O pensamento autoritário já viveu dias melhores no Brasil. Sua credibilidade já foi maior, e -suas ideias, mais consistentes. Seus -formuladores, mais respeitados e maior sua influência na vida nacional.

Se compararmos Oliveira Vianna, Azevedo Amaral, Alberto Torres e Francisco Campos, seus principais expoentes na República Velha e durante o Estado Novo, aos autoritários de hoje, a distância é abissal.

Seus sucessores contemporâneos são de dar pena. Salvo as exceções de praxe, faltam-lhes educação e estilo. Substituíram a disposição para o debate pela ofensa e a repetição de lugares-comuns. São ignorantes. O que os une aos antigos são as convicções que compartilham. A começar pelo que mais distingue o autoritarismo ideológico: a certeza de que a democracia pode ser boa no plano ideal, mas é irrealizável na prática. No mundo real, o povo seria incapaz de se governar e precisaria das elites para orientá-lo. Sem sua proteção paternal, se perderia.

Diferentemente do passado, muitos dos autoritários da atualidade se abrigam na mídia conservadora. Sem a proteção que recebem de seus veículos para falar alto e se exibir como valentes, não existiriam.

Mas há autoritários hoje no mesmo lugar em que, no passado, militaram vários: no Judiciário e cargos afins. Alberto Torres foi ministro do Supremo Tribunal Federal, Oliveira Vianna, do Tribunal de Contas da União, e Francisco Campos foi consultor-geral da República.

O julgamento do “mensalão” tem sido um momento privilegiado para conhecer o pensamento autoritário atual em maior detalhe. Seus representantes na mídia estão esfuziantes. O andamento do processo no Supremo Tribunal Federal foi melhor que a encomenda. No fundo, todos sabiam quão frágil era a denúncia montada pela Procuradoria-Geral da República.

A alegria de ver expoentes do “lulopetismo” condenados os enche de entusiasmo. Querem revidar em compensação a tudo que os entristeceu nos últimos anos. Quantas vezes foram forçados a se desdizer? Quantas projeções furadas fizeram? Quantos amigos na oposição tiveram de consolar?

Não tínhamos tido, até recentemente, a oportunidade de ver, com clareza, o autoritarismo existente no STF. Era um tribunal predominantemente discreto, que trabalhava longe dos holofotes. Vez por outra aparecia, mas para se pronunciar a respeito de questões específicas, ainda que nem sempre de maneira apropriada.

Agora, não. Fez parte do pacto da mídia conservadora com a Corte a mudança radical desse padrão. As luzes foram acesas, os microfones ligados e os repórteres postos a serviço. Tudo o que os ministros dissessem seria ouvido, registrado e divulgado, com pompa e fanfarras.

E eles se puseram a falar.

Ao longo do julgamento, à medida que liam seus votos, vimos quão parecidas são as ideias de quase todos com aquelas dos autoritários de cem anos atrás.

No mês passado, Luiz Fux aproveitou a visibilidade de orador na posse de Joaquim Barbosa na presidência do tribunal para apresentar algumas das suas. Tomemo-las como ilustração do que pensam por lá.

O discurso de Fux foi extraordinário. Até no que revelou da cumplicidade que se estabeleceu entre a mídia e o tribunal. É pouco provável que fosse tão assumidamente autoritário se não se sentisse amparado pelos correligionários na mídia.

Ficou famosa sua tortuosa formulação de que seria natural que o Judiciário se tornasse mais ativo, para intervir na “solução de questões socialmente controversas, como reflexo de uma nova configuração da democracia, que já não se baseia apenas no primado da maioria e do jogo político desenfreado”.

Parece que Fux imagina ter feito uma descoberta. Que haveria uma “nova configuração da democracia”, sabe-se lá o que isso seja, que exigiria deixar de lado o “primado da maioria” e o tal “jogo político desenfreado”.

Nada há, entretanto, de original no diagnóstico e no receituário. Antes dele, outros autoritários haviam chegado ao mesmo lugar. Todos, de antes ou recentes, têm a mesma aversão à vontade das maiorias. No fundo, acreditam que o povo não está “preparado para a democracia”. Que exige “homens de bem” para guiá-lo, livrando-o dos “demagogos”.

Todo autoritário é antidemocrático, quer frear o “jogo desenfreado”. E se imagina ungido da missão de fazê-lo, pela sua autoatribuída superioridade em relação ao cidadão comum.

Talvez por desconhecer de onde vêm as ideias que professa, Fux – e os que se parecem com ele – acredita estar sendo “novo”.

É tão velho quanto a Sé de Braga.

Marcos Coimbra

dezembro 27, 2012 at 11:26 am Deixe um comentário

Criando cobra…

Esta turma faz oposição sistemática ao governo Dilma.

folha_pig

Então, por que continuar alimentar a cobra que deseja nos engolir?

Imagem: Blogueiro

dezembro 26, 2012 at 10:59 am Deixe um comentário

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