Archive for julho, 2011

Da série Jatene não é Dilma

Cristovam Buarque tem razão!

 

Se fosse uma CPI contra Jatene ele apoiaria.

Afinal, o governador não fez nada, não moveu uma única palha para apurar as bandalheiras na Assembleia Legislativa do Estado do Pará.

Fonte: O liberal Digital

julho 31, 2011 at 12:16 am Deixe um comentário

Inesquecível – para os meus leitores(as)

Que este último final de semana de julho seja inesquecível.

Em Salinas, Marudá, Outeiro ou em qualquer lugar do planeta em que vocês estiverem a felicidade vivida será inesquecível.

Será inesquecível a lua, as estrelas brilhando, o sol, o céu azul e o imenso mar.

A brisa no rosto será inesquecível !

Tudo será inesquecível semelhante as mães, o primeiro beijo, o primeiro baile e o primeiro amor.

Voltem pra casa no Domingo com a certeza que este foi o melhor verão de suas vidas.

Voltem contra a vontade, desejando que esses dias inesquecíveis não terminassem.

Tenham todos um bom regresso.

Na segunda-feira revigorados por esses dias inesquecíveis voltaremos as escolas para reencontrar com os nossos alunos(as).

Quem sabe um dia (um dia que me parece distante) o ato de educar será semelhante a um inesquecível verão!!

Quem sabe?

Fiquem com Natalie cole e Nat King Cole e Unforgettable

“Unforgettable, that’s what you are. Unforgettable, though near or far”.

julho 29, 2011 at 12:29 pm Deixe um comentário

Um careta no reggae

Faltam quinze minutos para as duas horas da manhã.

Daqui a pouquinho o sol vai nascer mais uma vez.

Acabei de chegar de um show de reggae que aconteceu no Parque dos Igarapés.

Aqui bem pertinho de casa.

Foi a minha primeira vez!

Todo mundo sabe das dificuldades da primeira vez.

Especialmente para um careta.

Não fumo e bebo muito pouco.

A atração argentina tocou um reggae maneiro.

Fiquei surpreso com o talento do regueiro da terra de Maradona.

Então, nossos hermanos além de futebol e tango são bons na viagem musical de Bob Marley

Falando em viagem, quando entrei dois jovens me abordaram.

Um deles gritou:

_ Mano, não vá pra lá. Tem um bicho!

Pensei com os acordes musicais que faziam a corte a floresta.

Mas como! Aqui é um Parque, não um Zoológico.

Adorei o reggae!

Desde a minha juventude tive uma enorme dificuldade para aprender a dançar.

Mais parecia um pé de castanheira aprisionado ao chão!

Já com reggae aprendi de primeira.

Era um Mikhail Baryshnikov.

Tudo sempre do mesmo jeito.

Muito simples e natural

Em meio as fogueirinhas, aquele cheiro insuportável, me diverti pra valer.

Eu e minha companheira Maria.

Sobre “as coisas”?

Sou careta.

Não gosto não.

Talvez quando me aposentar!

Não preciso delas pra ver bichos, fadas, sacis, Matintas e cobras encantadas.

Herdei a clarividência de minha mãe.

Vejo todas essas coisas diariamente.

Chego até conversar com algumas.

Enxergo tudo acordado mesmo!!

Principalmente quando estou em Tarumanzinho.

O show de reggae foi uma grata descoberta.

A outra foi que a liberdade é a coisa mais importante do mundo.

Eu era apenas um careta no meio da multidão.

Livre pra dançar!!!

Desajeitado, meio fora de lugar.

Tanto faz.

Afinal, ninguém se importa!!!!

Foto: Arquivo pessoal

julho 28, 2011 at 5:53 am 3 comentários

O sol e a escuridão

Enquanto a Presidenta Dilma cuida do dever de casa e faz a faxina no Ministério do Transporte o desgoverno tucano trilha outro caminho.

O ninhal tucano paraense, o mesmo que esbraveja por CPIs em Brasília, se opõe a qualquer investigação na ALEPA e joga pra baixo do tapete todas as maracutaias praticadas por membros de seu partido e aliados.

 Se a denúncia de hoje do Repórter 70 fosse contra algum ministro de Dilma ele estaria na rua da amargura.

 Mas, Jatene nunca será Dilma.

Por isso, embaixo dos tapetes do Palácio do Despacho já não cabe tanto lixo.

 Leia a e tire suas conclusões:

 

 Fonte: jornal O Liberal.

julho 27, 2011 at 1:43 pm 2 comentários

A Matinta, o caçador e a periquita

O blogueiro passou o final de semana em Tarumanzinho.

Tarumanzinho é um lugarejo tranquilo onde escuto estórias que mexem com a minha imaginação.

Alguns acontecimentos já relatei aqui no blogue, mas neste final de semana, seu Horácio com aço me relatou um fato que me deixou atordoado.

Contou-me de uma aparição da Matinta Pereira. Tem tanta Matinta por aquelas bandas que elas até fundaram uma cidade: é “Pacamorema”, a terra das feiticeiras, mas isso é outro história.

Aliás, estórias de feiticeiras sempre me provocam arrepios.

Segundo o senhor Horácio, um caçador chamado Miguel descansava em sua casa. Havia chegado da floresta há pouco tempo. Sua caçada havia sido bem sucedida e sua família vivia um raro momento de fartura.

Sua esposa e filhos, em sua ausência, haviam feito uma excelente colheita de mandioca e com ela produzido uma farinha saborosa que enchera pra mais de vinte latas da deliciosa iguaria.

No Domingo toda sua família tinha o hábito de ir à missa. Mas nesse dia, seu Miguel resolveu ficar em casa e escutar no rádio a sua novela preferida.

Não queria repetir o In nòmine Patris, et Fìlii, et Spìritus Sancti ou pouco menos o Gràtia Dòmini nostri Jesu Christi, et càritas Dei, et communicàtio Sancti Spìritus sit cum òmnibus vobis.

Lá pelas onze horas da matina uma senhora idosa bateu na porta de sua residência. Então, a velha disse:

_ O senhor poderia fazer o obséquio de me dar um pouco de farinha?

Seu Miguel respondeu aborrecido, pois a velha estava atrapalhando a sua diversão de Domingo:

_ Não tenho, não!

E bateu a porta na cara da velhinha.

Foi, então, que algo de misterioso sucedeu.

Seu Miguel se viu paralisado. Não conseguia mover um músculo sequer de seu corpo.

Mundiado assistiu a velha abrir a porta, entrar na sua casa, retirar a tampa da lata de farinha e surrupiar a quantidade que desejava.

Antes de ir embora, se dirigiu até o sovina, tirou a roupa e esfregou a sua periquita na cara de um Miguel hipnotizado e incapaz de esboçar qualquer reação.

A Matinta abriu a porta, bateu suas asas e saiu apitando pela floresta:

Fiu fiu Matinta Perera!

Quanto a seu Miguel nunca mais negou comida uma velhinha ou qualquer ser desamparado que batesse a sua porta, mesmo no período de escassez.

 Imagem: Google

julho 25, 2011 at 8:38 pm 1 comentário

Era uma mulher com o seu amante…

Li e reli. Um lindo conto.

Felicidade clandestina – Clarice Lispector

Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”. Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. (mais…)

julho 22, 2011 at 2:22 pm 1 comentário

Give It Up To Me

Quarta-feira, dia 20 de julho, minhas sobrinhas Mayara e Mayra passaram um dia inteirinho em nossa casa.

A tarde elas resolveram promover um curso relâmpago de reciclagem musical para o blogueiro.

Admito que estava precisando.

Eu sou um cara muito ligado em Milton Nascimento, Chico Buarque, Gonzaguinha, Marisa Monte, mas os tempos são outros.

Não sabia o que eu estava perdendo.

Cara, eu fiquei surpreso com o repertório musical do curso.

Mayra e Mayara me apresentaram Amy Winehouse, Pink, Shakira, Lady Gaga, entre outros astros que estão fazendo a cabeça de sua  geração.

Eu gostei do que escutei e dos vídeos do Youtube que curti!!!

Com o certificado do curso fornecido pelas meninas resolvi escolher uma música pra encerrar a semana pra lá de preguiçosa que este blogue viveu.

Confesso que manter um blogue em julho é um tédio.

É quase uma obrigação.

É uma religião.

Fiquem com Shakira cantando Give It Up To Me.

Mas se você tiver uma formação levemente conservadora não procure a tradução daquele trecho da música que afirma:

Uh wayne’s world

I’m the cashier i change girls

You can go up my crain girl

And imma go down that drain girl

Hey ah midnight cowboy

My flow’s a dog…down boy

Hah my girl is a queen

And she do what i say and i say what i mean

Then i give it to her uncut

Shakira, swing those hips like nunchucks

Now, give it to me

I want the best and the best things in life are free”

É melhor assim!  Veja o vídeo Aqui: http://youtu.be/eXQXs3Lr0UA

Volto na terça-feira de Itarumanzinho.

Tenham tod@s um abençoado final de semana.

julho 22, 2011 at 1:46 am 3 comentários

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