A divisão do Pará: um debate necessário

maio 11, 2011 at 1:43 pm 19 comentários

A Câmara dos Deputados aprovou a realização de plebiscito no estado do Pará, onde a população será consultada sobre a criação de dois novos estados: Tapajós e Carajás.

Como cidadão paraense o blogueiro tem opinião formada, mas como educador tem o dever de propiciar aos seus alunos(as) da rede estadual de ensino o conhecimento dos argumentos daqueles que defendem a divisão do estado do Pará e dos que  se posicionam contra seu fracionamento.

Sendo assim, o blogueiro indica a leitura do texto A divisão do Pará, o preconceito, a satanização e a brasilidade de todos nós, publicado pela jornalista Ana Célia Pinheiro (ela mantem o blogue Perereca da Vizinha), que se posiciona favorável a criação dos dois novos estados.

Recomenda, ainda, a leitura do texto intitulado O custo da divisão de autoria de Fábio Fonseca de Castro, que se contrapõe a  divisão do Pará, publicado no blogue Ananindeua em Debates. O texto levanta argumentos econômicos e políticos contra a criação do estado do Tapajós e Carajás.

Boa Leitura e ótimo debate !!!

Leiam os textos:

A divisão do Pará, o preconceito, a satanização e a brasilidade de todos nós

O custo da divisão

Veja o vídeo sobre a divisão do Pará.

Pra ler a matéria da Revista Época sobre como fica o Pará se a divisão for aprovada. Clique na Imagem.


Imagem: Google

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Propaganda do Plebiscito no Rádio e Televisão

Começa nesta sexta-feira dia 11/11/11, a propaganda do plebiscito no Radio e Televisão .

No radio será:

Das 7:00h às 7:10h

e de 12:00h às 12:10h

Na televisão:

Das 13:00h às 13:10h

e das 20:30h às 20:40h

Fonte: Blogue do Airton Faleiro

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Veja aqui o resultado da primeira pesquisa sobre a reorganização do Estado do Pará

Leia o texto: Professores(as) votem sim. A posição do blogueiro sobre a pesquisa.

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Leia o texto de Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi sobre o plebiscito no Pará.

É um dos raros textos que coloca o dedo na ferida, externa as raízes daquilo que se convencionou chamar de separatismo e aponta os motivos porque todos ganham com a criação dos dois novos Estados.

Leia Aqui

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Resultado final do plebiscito

Carajás

Tapajós

Clique na imagem pra ampliar

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Entry filed under: Sem categoria.

Cidadão de papel Meu encontro com a Satiagraha

19 Comentários Add your own

  • 1. valda oliveira  |  maio 11, 2011 às 3:35 pm

    MEU PARÁ NINGUÉM DIVIDE

    O Pará corre sério perigo. Grupos econômicos poderosos e políticos oportunistas tramam dividir o Estado para se apossar de nossas incalculáveis riquezas, minerais, hídricas, florestais, energéticas e biológicas, existentes em nossa abençoada terra. São verdadeiros piratas buscando roubar nosso tesouro.
    O povo paraense, guerreiro por natureza, nunca permitirá que aventureiros e oportunistas destruam a sua união, segredo de sua gigantesca força e temor de seus inimigos. Os verdadeiros paraenses, milhões de homens e mulheres que amam sua terra, jamais permitirão que roubem seu maior e mais sagrado patrimônio, ameaçando de morte seu presente e seu futuro, seu modo de vida e seus sonhos.

    Abaixo a farsa do plebiscito!

    Responder
    • 2. Anônimo  |  setembro 22, 2011 às 5:30 pm

      E você acredita mesmo que os governantes paraenses não têm nenhum interesse nas riquezas naturais. Quem quer de fato e de direito dividir o estado não são políticos oportunistas, é o povo das regiões afastadas da região metropolitana, estamos cansados do descaso vividos aqui. Queremos indepedência, emancipação. Se vocês acham que está tudo numa boa problema é de vocês. Queremos o sim pela mudança para melhor!!!

      Responder
  • 3. EDVILSON  |  maio 11, 2011 às 5:49 pm

    Meu caro blogueiro de todos os dias,

    Faz algum tempo desejava lançar algumas palavras em seu valioso instrumento de comunicação. Quero de antemão lhe parabenizar pela atualidade das discussões, aliás a que hora comento é extremamente atrelada aos fatos do cotidiano, o tão sonhado SEPARATIVISMO daqueles que pelas distâncias criadas por nosso bom Deus na vastidão da Amazônia insistem em afirmar que melhorias e dias promissores estão por vir, caso seja criado o novo Estado, no caso o Tapajós.
    Sou contra!! Academicamente falando me utilizo das verdades construídas pelo professor Manuel Dutra em sua Dissertação de Mestrado do NAEA/UFPA, recomendo que o blog deste professor seja indicado para leitura de todos. Procure e faça uma postagem sobre, que tal??

    abraços,

    Edvilson (de Itaituba)
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    Blogueiro,

    Obrigado por vistar o meu blogue e pela sugestão

    Responder
  • 4. Abousos  |  maio 14, 2011 às 1:57 pm

    O SINJEP VAI MUDAR?

    Quinta e sexta-feira ocorreram as eleições para sindicato do judiciário estadual. O blogueiro teve acesso exclusivo a texto que está sendo debatido no interior da chapa da oposição. Só digo uma coisa: o bicho tá pegando lá.

    Avaliação preliminar das eleições do SINJEP
    A vitória da Chapa 2 – SINJEP EM MOVIMENTO
    (Minuta)

    A vitoria parcial da oposição – Chapa 2 – SINJEP EM MOVIMENTO – nas eleições sindicais dos trabalhadores do judiciário estadual paraense traz à baila importantes reflexões.

    Em primeiro lugar, independentemente do resultado final desta eleições a Chapa 2 considera-se vitoriosa. Nas comarcas e locais de trabalho nos quais as pessoas puderam comparar os programas e os candidatos e suas vidas pregressas a ganhamos a eleição de forma expressiva. Nossa tese, de de que o SINJEP está tomado um sindicalismo cansado, feito por carreiristas, que prática o nepotismo que não presta contas e só apresenta à categoria as migalhas oferecidas pelo tribunal foram compreendidas.

    Por outro lado nossas propostas para agir frente ao TJE e conseguirmos melhorar a vida do servidor receberam acolhida e adesão entusiasmada. A categoria que acompanha o dia a dia do sindicato nos aceitou como alternativa dinâmica ao marasmo que grassa no SINJEP. E só acreditou nisso porque, ao contrário de outras disputas do passado, não somos meiose da turma que aí está há trinta anos. Somos um grupo novo que se conheceu na luta e cansou da inépcia do SINJEP e de sua postura franciscana em relação aos nossos direitos.

    Com todo o carinho e respeito que cada um dos nossos 150 votos merecem (e os 146 eleitores dos adversários) duas sessões carregam significado simbólico.

    A primeira é Castanhal, onde mesmo com a Chapa 1 tendo um candidato carismático e combativo os servidores optaram pelo voto na Chapa 2, por não suportarem mais a omissão do Sindicato nos dando a expressiva margem de 13 votos a 08.

    A segunda urna é onde reside o coração do assédio moral e descaso aos servidores e a população. Falamos do Lauro Sodré. Nossa crítica ao abandono dos trabalhadores daquele prédio à própria sorte e do acachapamento do SINJEP aos ditames do TJE representada pela medalha concedida em dezembro geraram 20 votos para a chapa 2 e 5 para a situação.

    Queremos encerrar essa fala de agradecimento dialogando com os aposentados. Reconhecemos que vocês são pioneiros em relações a nós. Reconhecemos que vocês construíram a Justiça Estadual em condições de trabalho mais precárias que aquelas em que nos encontramos hoje. Reconhecemos que em seu tempos vocês ousaram lutar quando era proibido pensar. Sabemos das perseguições e discriminações sofridas por muitos de vocês. Sabemos que vocês vieram às urnas para defender seu passado. Nem vamos nos chatear com vocês se a sua opção eleitoral comprometer o futuro de nossa categoria.

    Mas queremos dizer aos aposentados, com toda a tranqüilidade, que aquelas pessoas que vocês conheceram não existem mais. Não passam de zumbis, se banqueteando do sangue dos trabalhadores do judiciário. Temos certeza que se vocês convivessem com o SINJEP de hoje teriam vergonha do que foi feito de sua história. A degradação de nossa sede é um espelho da degradação moral da direção do sindicato. Sabemos que diriam: “não foi para isso que eu lutei e me prejudiquei profissionalmente. Está na hora da mudança”. Ainda assim temos orgulho de sua participação nessas eleições. Se a turma que fez do sindicalismo profissão se dignou a procurá-los depois de dez, quinze ou vinte anos sem lhes oferecer ao menos um café é porque nós representamos uma ameaça real a essa oligarquia enferrujada que se transformou em leiloeira de direitos.

    Por fim, queremos dizer à categoria em primeiro lugar que a eleição ainda não terminou. Ainda temos que atingir o quorum. Em segundo lugar, a luta ainda vai começar. Temos muito a conquistar e a avançar. A Chapa 2 – SINJEP EM MOVIMENTO representa o futuro do funcionalismo e do sindicalismo no TJE. Quanto aos supostos companheiros da Chapa 1, só podemos desejar bons sonhos em sua letargia política e sindical.

    Responder
  • 5. EMILIA LESSA  |  maio 25, 2011 às 11:46 am

    OLÁ MEU NOME E EMILIA LESSA, SOU A FAVOR DESSA DIVISÃO, PORÉM, AO ANALIZAR O MAPA AINDA NÃO CONSEGUI IDENTIFICAR SENADOR JOSÉ PORFÍRIO, ONDE FICARÁ SOUZEL NESSA DIVISÃO?

    Responder
  • 6. Paulo  |  junho 2, 2011 às 12:28 am

    O que devemos perguntar é, aquem interessa realmente esta divisão,quem definil a divisão politica, perguntaram aos municípios onde eles querem ficar, houve algum estudo para chegar a atual divisão politica, hou foram ETS que iluminaram esta visão profética, quais as consequências reais sobre os povos de todods os lugars que compoem o Estado do Pará. Porque em vez de dividir o estado com novos goversos novos tribunais novos centros administrativos novas máquinas de goveno. “E vida de gado povo marcado povo feliz”

    Responder
  • 7. maria Rubenice  |  junho 6, 2011 às 2:25 pm

    Quero deixar Claro o meu repúdio ao projeto que quer dividir o Pará, não podemos permitir que as riquezas do Pará venham atender a ganância de Políticos corruptos fichas suja interessados apenas em ficar com maior parte do bolo “Nosso Minério” seria um verdeiro esquartejamento do Estado Pará, um afronta aos paraenses e falta de liderança política. Por isso digam Não ao plebiscito ! Outra questão é que o texto diz que o Estado de Carajás ficará com 39 Municipios, Tapajós com 27 e o Pará sucateado com 86, mentira ! O Pará tem atualmente 144 Municípios façam a conta 39+27+86= ?

    Responder
  • 8. Victoria  |  junho 15, 2011 às 5:08 pm

    sim e nao e muito bom dividir pois o pará e grande mas agora que o estado do Pará vai ficarmas pequeno por que dividi o sao paulo a bahia o mato groso do norte tem tantos lugares grande do que o Pará mas e sempre o Pará isso e bule entao nao devemos que ficar parados e deixa que esse politicos ladroes deixao roubar o estado vamos lutar quem manda voltar no jatene vamos pagar o pato da merda do jatene!!!

    Responder
  • 9. Gizelly Rocha  |  junho 15, 2011 às 5:41 pm

    Professor gostaria que o senhor publicasse uma matéria sobre a emancipação de Icoaraci, pois parece que esta “febre” de divisões territoriais (acho que tem a ver com essa parte da geografia, se não vou consultar a minha amiga geográfa Milene Launade). Fica aq a sugestão. Aguardo seu post!!!!

    Abs

    Responder
  • 10. Marcio D'Arrochella  |  junho 17, 2011 às 10:53 pm

    Sou Geógrafo formado pela UFRJ e Mestre em Geografia pela UERJ. Estes títulos não me fazem um profundo entendedor da dinâmica paraense, mas posso trazer minha contribuição no tange a análise territorial/regional.
    Se admitirmos que não é necessária a divisão, estaremos acreditando que o Pará de hoje em dia está parado no tempo. A complexidade de realções e conflitos entre os diferentes atores do território do Pará faz necessária uma gestão muito mais atuante em cada parcela do estado.
    Na prática não vemos nada disso. Existe pelos dados da CPT um outro Pará separado do instituido na distante capital de Bélem. É o Pará do trabalho escravo, do desmatamento pela expansão da fronteira agrícola, dos conflitos entre os grileiros do agronegócio com posseiros e populações tradicionais (indígenas, ribeirinhos, quilimbolas, etc). Este Pará é governado pela estrutura do coronelismo e faz-se da maneira mais vilenta e injusta em ciades como Santana do Araguaia, Conceição do Araguais, Anapú, Marabá, Tinguara, Rio Maria. Não sei da real necessidade de criação do estado do Tapajós, mas acredito ser urgente a moralização desta parte do Pará que querem transformar no estado do Carajás. Tlavez essa possa ser uma dos possíveis meios de resolução. A questão primordial é: se crêmos em um Pará que evoluiu neste tempo, temos que admitir que tornou-se um estado de difícil administração com os limites territoriais que tem. Esta é uma tendência, ou seja, quanto mais complexo é o território, menor deve ser sua divisão espacial para que possa atender a cada peculiaridade. Percebemos isto no tamanho de estados como Rio de Janeiro e São Paulo, onde sua divisão municipal é altamente complexa, tendo municípios de tamanho reduzido e ainda assim de dificil administração. Desde já deixo esta reflexão. Marcio D’Arrochella

    Responder
    • 11. professorcavalcante  |  junho 18, 2011 às 12:50 pm

      Seu texto é muito interessante.
      Vou publicá-lo amanhã em destaque no blogue….

      Responder
  • 12. Murilo  |  junho 18, 2011 às 7:37 pm

    Acho que nao deve dividir o Pará. Mas se dividir nao vamos sentir muita diferenca, pois com o Pará inteiro quase ninguem usufrui de suas riquezas. Fica tudo na mao dos politicos corruptos. Devemos nos preocupar mais com a educacao.

    Responder
  • 13. ze macedo  |  junho 25, 2011 às 7:08 pm

    caros paraenses e moradores da região suldeste,

    Hoje o sentimento de “abandono pela distancia do governo” tão propagado pelos defensores da divisão, foi meticulosamente criado e cultivados pelas lideranças da divisão(prefeitos, deputados,governadores, veradores,etc), pois a cada ano que esses politicos municipais e estaduais enganam o povo, fraudam licitações, não fiscalizam o erário, eles cultivam o abandono e aprofundam a miseria das regiões do Pará. Analisem bem e o resultado será claro: Não precisamos ficar no terreiro das sedes governamentais, o que precisamos é de ações governamentais eficientes e respeito ao dinheiro publico de nosso estado.

    Responder
  • 14. Anônimo  |  julho 29, 2011 às 8:23 pm

    Divisão totalmente necessaria…. Tomará que aconteça. Estamos cansados de sermos lembrados somente em perido politico. Estado de Tapajos e Carajás já.

    Responder
  • 15. iris carvalho nogueira  |  setembro 2, 2011 às 8:07 pm

    eu concerteza diria não por que quem sai ganhando são os politicos e eu qiria muito quem teve éssa ideia de girico por éssa ideia so pode ser de um doido eu digo não mil vesez se eles quizerem !!!!!!

    Responder
  • 16. ana  |  setembro 20, 2011 às 1:37 pm

    Eu sou a favor do estado do Pará.
    Primeiro que muitas cidades vão ser beneficiadas com novos centros de escolas com cursos técnicos,com construções de universidades, e isso,ajuda na educação de todos que nao tem acesso a uma escola qualificada.
    Segundo que,as nossas cidades vao ser mais valorizdas,conhecidas e os deputados e vereadores vao ter que se concentrar e agir no nosso estado.
    Isso nao vai mudar a historia do Pará,muito pelo ao contrario vai melhaorar,porque o tanto de cidades e pessoas que vao ser beneficiadas,crianças de cidades poucas estruturadas vao ter acesso a escolas mais qualificadas e jovens que nao podiam sonhar com universidade porque nao tinahm na sua cidade ou nao era perto, vai poder realizar esse sonho.
    E isso vai melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas.
    Acho que as pessoas que sao contra deviam pensar bem e rever sua opniao.

    Responder
  • 17. Jhones Man  |  setembro 29, 2011 às 11:45 pm

    Sou totalmente contra a divisão do estado do Pará.
    O principal argumento a favor de tal divisão é que grande parte do povo é negligenciado, devido a grande estensão territorial do estado.
    No Brasil existem estados maiores que o Pará e pessoas negligenciadas em estados menores, a divisão do estado não significa melhor gestão, se a população do oeste do pará se sente negligenciada, se organizem e lutem por reconhecimento, não venham com ideias de divisão do estado que só vai gerar mais dividas e desorganização. Não há como dizer que em pleno século XXI distancia significa falta de comunicação, e se esse for o problema, que otimizem os sistemas de comunicação do estado, contratem mais funcionarios, façam estradas, não usem esse dinheiro para bancar mais politicos. Os milhões de reais que poderiam ser investidos em melhorias para o povo serão gastos em salários para politicos incompetentes, e qual quer um com mais de dois neuronios no cerebro pode ver que para resolver o problema do pará, a mais ineficiente das atitudes é desperdiçar dinheiro com mais politicos.
    O Brasil é um dos maiores paises do mundo, e tem muitas pessoas negligenciadas, porque não dividimos o país em 3 também?
    Mesmo se dividirmos o país em 30 pequenos países isso não ajudará o povo negligenciado, pois é uma atitude que não visa resolver o problema, e sim alimentar interesses mesquinhos.
    A população do estado do Pará é negligenciada por quem?
    Pelos politicos!
    Como recompensar esse grupo pode resolver o problema?
    Se querem melhores condições, cobrem atitudes eficientes dos politicos, na esfera municipal, estadual e federal.
    Mas não vejam no desperdicio de dinheiro uma solução para seus problemas.

    Responder
  • 18. Jhones Man  |  setembro 29, 2011 às 11:54 pm

    Comentários como o de ana mostram que algumas pessoas acham que a divisão do estado trará mais educação e mais escolas para a população.
    O texto “o custo da divisão” mostra que essa divisão terá um impacto negativo de bilhões de reais para os cofres publicos,
    por isso, eu deixo a pergunta:
    Como criar mais dividas pode ajudar o povo?
    Não seria mais fácil utilizar esses bilhões para investir no Pará, melhorando a educação e as condições de vida?
    Porque eu como cidadão prefiro ver meus impostos indo para a construção de centenas de escolas, não para o pagamento de centenas de politicos.

    Responder
  • 19. Daniel  |  outubro 30, 2011 às 3:49 am

    Olá,
    Não acredito que a divisão do estado seja realmente a solução de nossos problemas, talvez poderíamos começar mudando o modo que elegemos nossos representantes deixando de elege-los apenas por suas musiquinhas bonitinhas ou por seus rostos também bonitinhos ou quem sabe pela foto com um bebê no colo, quantos de nós paramos pra ler as propostas de nossos candidatos avaliando e só então votando, quem sabe se ao em vez de só reclamar dos políticos também não votarmos neles.
    Quando não mostramos nossa indignação com os políticos aprovamos sua conduta mesmo que ela seja corrupta.
    talvez seja muito mais simples elegermos políticos que acreditas corretos e se não forem mudamos eles pois esse poder é nosso, só cabe a nós construirmos o estado com distribuição de recurso publico igual para que não tenhamos que acreditar que só a separação do estado será a solução de nossos problemas.
    Amigos só mudando nossas atitudes mudaremos nosso estado a criação de dois novos estados só ira criar dois novos estados pobres e com desigualdade de distribuição de recurso publico.

    Responder

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