O falso brilhante

julho 23, 2012 at 3:50 pm Deixe um comentário

Adoção de alianças pragmáticas nas eleições divide o partido

BRASÍLIA – Até recentemente visto como um partido radical de esquerda, o PSOL está começando a mudar. Registrada oficialmente em 2005, a legenda chega este ano à sua segunda eleição[…] um acalorado debate interno sobre a ampliação das alianças pragmáticas com legendas sem qualquer afinidade programática. O cerne desse embate é justamente a campanha do candidato Clécio Vieira, pelo PSOL, à prefeitura de Macapá.

Capitaneado pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), o partido se uniu na capital do Amapá com PPS, tradicional aliado dos tucanos, PV, PCB e, para surpresa de alguns, com três partidos nanicos sem qualquer definição ideológica: PTC, PRTB e PMN. Cada um dos três tem um deputado federal, todos do baixíssimo clero da Câmara. Entre eles, Jaqueline Roriz, filha do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz.

A aliança na capital do Amapá provocou críticas dos setores mais radicais do partido, que já tem tendências e grupos internos, como no PT. Integrante da ala Corrente Socialista dos Trabalhadores, o ex-deputado federal Babá é uma das principais vozes contrárias ao acordo, que, segundo ele, teria sido rejeitado por 40% dos participantes do congresso da legenda.

[…] Na verdade, eles querem uma política que conduza a um PT disfarçado. Isso nós não queremos no PSOL. Fomos expulsos do PT por manter nossas origens de não concordarmos com alianças com partidos da burguesia ou com esses pequenos partidos que na verdade são siglas de aluguel — opinou Babá. […]” Por Adriano S. Ribeiro PSOL De O Globo.

Babá tem razão.

Ele saiu de nosso partido porque discordava da política de alianças implementada pelo PT.

Babá, ao contrário de Edmílson Rodrigues, é um cara muito coerente com o que defende.

Foi assim que conquistou o meu voto e se elegeu Deputado Federal pelo Pará.

Sua candidatura militante e sem recursos derrotou a de Luiz Araújo, um dos dirigentes mais execrado pela militância petista, e membro do núcleo duríssimos que governava Belém.

A campanha de Luiz Araújo tinha o apoio da máquina da prefeitura e, consequentemente, dispunha fartos recursos financeiros.

Por isso, muitos já o julgavam deputado eleito, inclusive o próprio alcaide.

Mas, o Babá com sua aguerrida militância, sem dinheiro, mas com muito carisma e voto do povo é que foi empossado na Câmara Federal.

O cara sai do PT e se propõe fundar um novo partido.

Aí vem os oportunistas e controlam o PSOL e tentam fazê-lo igualzinho ao PT.

O que isso companheiros(as)?

Sigam o rumo de vocês. Até porque o povo não costuma votar em imitação.

Gosta mesmo é do original, o PT, o partido que mudou o Brasil e melhorou a vida do povo brasileiro, que agora adora beber vinho importante e viajar de avião!

Qual é PSOL?

Isso é um caso psiquiátrico??

Hummmm!!!!!!!!

Imagem: Google

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