A paranoia da rejeição das Contas

maio 24, 2012 at 11:48 pm 1 comentário

O blogueiro começa a compreender os motivos da paranoia do candidato psolnhento à prefeitura de Belém.

Fontes do blogue, que transitam pela sala vip da Câmara Municipal, soaram nas atentas orelhas porrudas do blogueiro que o seu amigo Charles Alcântara (ex-PT) e mais novo interlocutor do ex-alcaide faz gestão junto à bancada petista de vereadores pra saber a posição deles sobre as contas que irão a julgamento logo, logo, logo, loguinho no legislativo.

Charles, com quem o blogueiro mantém relação amistosa, é próximo do PMDB desde os tempos do governo petista de onde foi chefe da casa civil e escreve no Jornal dos Barbalhos, que pra nós do PT não constitui crime nenhum.

O que pensarão os xiitas psolnhentos quando souberem de tal aliança?

Há muito mais coisas entre o céu e a terra do que as mentes obtusas de alguns militantes do Psol podem imaginar!!!!!

 Imagem: Montagem do blogueiro

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1 Comentário Add your own

  • 1. Charles Alcantara  |  maio 27, 2012 às 1:49 pm

    Prezado Cavalcante,

    Em primeiro lugar, meu caro Cavalcante, não há “paranóia” no intento golpista de rejeitar as contas de Edmilson.
    O golpe, torpe e rasteiro, foi arquitetado e começou a ser construído na Câmara.
    Conversei com dois vereadores do PT ligados à DS, a fim de saber o que pensam a respeito. Ambos afirmaram que jamais chancelariam essa manobra sórdida.
    Em segundo lugar, as minhas relações “amistosas” com o PMDB, a que te referes, em nada se confundem com cumplicidade ou compadrio. Tais relações foram assim estabelecidas em razão da função que me cabia cumprir no ido governo de Ana Júlia, ao qual servi por pouco mais de 1 ano e três meses, tendo sido substituído, como sabes, por Cláudio Puty.
    A “amistosidade” também se dava em meio à turbulenta convivência, não apenas entre PT e PMDB, mas até mesmo e, não raras vezes, ainda com maior intensidade, entre as correntes internas do PT.
    Conheces bem, prezado Cavalcante, o quanto as disputas internas no PT chegam às raias da insanidade e da autofagia.
    Salvo em situações extremas, conduzo-me com gentileza em minhas relações e, por incrível que pareça, nunca fui tão desrespeitado por qualquer integrante do PMDB e até mesmo do PSDB, como o fui por antigos “companheiros” do PT.
    Fui tratado com mais respeito pelo governo do PSDB/DEM, contra o qual sempre combati, do que pelo governo que servi, a partir do momento em que assumi a presidência do Sindifisco, em janeiro de 2009.
    Recebi voz de prisão, Cavalcante, quando liderava a greve da SEFA em junho de 2009.
    O Sindifisco foi sentenciado a pagar multa. Lideranças do movimento paredista foram removidas ex-offício.
    Revertemos tudo isto, com mobilização e enfrentamento, exatamente como aprendi ao longo dos meus vinte e cinco anos de militância no PT.
    Não saí do PT desfazendo do partido, que continua a ser, para muitos, o depositário da esperança de um Brasil justo e feliz.
    Não saí do PT desfazendo e negando os companheiros com os quais lutei e que continuo a admirar e respeitar. Não me refiro aos que se degeneraram no vale-tudo político.
    Cavalcante, saí do PT muito orgulhoso de minha militância, mas ainda mais orgulhoso do que eu não fiz quando fui chamado a cumprir alguma missão.
    Cuidar da manutenção da base política de sustentação do governo de Ana Júlia, que era integrada por diversos partidos, inclusive o PMDB, foi uma dessas missões – talvez a mais difícil da minha vida até aquele momento – que me esmerei para cumprir com lealdade.
    Note que não fui partícipe da decisão pela aliança com o PMDB, pois não fazia parte da direção partidária, mas a mim coube zelar pela decisão que fora tomada. O mesmo PMDB, aliás, que integra a base de sustentação do governo da presidenta Dilma, sendo, depois do PT, o principal partido da base do governo federal.
    Cavalcante, a mesma amistosidade que sugeres pautar a minha relação com o PMDB, reivindicas para ti em teu relacionamento comigo, mas nem por isto deixaste de destilar comentário aleivoso a meu respeito.
    És daqueles que perde o amigo, mas não perde a piada, não é mesmo?
    Pelo menos agora eu te conheço um pouco mais.
    Desejo sorte ao Alfredo, um “cara” decente.
    Mas estou com Edmilson. Não precisas concordar comigo, mas tens a obrigação – pois aprendemos isto – de respeitar a minha decisão que, se me permite, devolve a cidade de Belém às mãos do povo.

    Um fraterno abraço,
    Charles Alcantara
    ______________________________________________________________________________
    Caro Charles
    Em momento algum fiz um comentário aleivoso contra você.
    Fui irônico reconheco, mas esta é a proposta do blogue.
    Quanto aos teus argumentos publico, agradeço a consideração de esclarecer que o que informei foi verdadeiro.
    Quanto a justificativas apresenta elas aos teu novos companheiros de jornadas. Aqui nunca serás mal visto quanto ao Psol não posso garantir!!

    Responder

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