O brilho da Escola Helena Guilhon!!

fevereiro 3, 2012 at 4:38 pm Deixe um comentário

Com os devidos reparos o blogueiro reproduz a matéria divulgada pela Agência Pará. O faz pelo enorme respeito que tem pelos funcionários lotados no espaço da biblioteca e na Sala Charles Chaplin, bem como pela direção, professores e alunos da Escola Helena Guilhon.

Mas não poderia deixar de repor a verdade:

 1) Waldir Lisboa não é arte educador da SEDUC. Uma pena que não seja porque é um gênio das artes plásticas. É o Michelângelo das escolas públicas

 2) Grande parte do trabalho de identidade visual da Biblioteca e da Sala Chales Chaplin são resultado do Projeto TV Sem Rasura, coordenado por Maria Cavalcante e Waldir Lisboa e financiado pelo Edital da SEDECT no governo anterior.

Aliás, a sala Charles Chaplin, que tem até rede sem fio, foi toda equipada com o recurso do edital e é muito bem gerenciada pela professora Flórida Reis.

 3) Uma pena que o governo omita a força do trabalho voluntário. Foi com ele que a escola passou a ter 100% da sua iluminação funcionando e dos ventiladores também. Aliás, graças a ajuda da oficina do Narcileno, que é um parceiro da escola, estudou com o blogueiro no Seminário São Pio X e não cobra nada para pintar e trocar os rolamentos dos ventiladores.

A iluminação da escola e a manutenção dos ventiladores e computadores resolvo eu. Este trabalho prefiro manter de forma invisível a comunidade escolar.

4) Parabenizo, ainda, a equipe de funcionários de carreira do SIEBE que têm mostrado empenho e se esforçado para revitalizar as bibliotecas de nossas escolas, o que o atual governo não parece mostrar muito interesse.

 O  governo tucano não colocou um prego na escola ao contrário do que diz na matéria. Mas política é política e sei muito bem como funciona.

 Quanto a Escola Helena Guilhon ela merece brilhar!!

Segue a matéria da Agência Pará:

Bibliotecas da Rede Estadual de Ensino passam por requalificação

O que antes era visto como um depósito de livro didático se transformou em um espaço agradável, cultural e educativo. É assim que os professores e alunos da Escola Estadual Helena Guilhon, localizada no Conjunto Satélite, em Belém, definem a transformação pela qual passou a biblioteca da escola, em abril do ano passado. “A biblioteca estava em péssimas condições. Os alunos dificilmente frequentavam o espaço e não tinham interesse pela leitura. Hoje, não tem um momento do dia em que a nossa biblioteca não esteja movimentada pelos estudantes”, diz Maria Silvia Fonseca, bibliotecária do Sistema Estadual de Bibliotecas Escolares (Siebe) da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). Como extensão da biblioteca, a escola ganhou ainda um espaço onde os alunos assistem a filmes e vídeos educativos.

A reforma da biblioteca da Escola Helena Guilhon faz parte de um projeto que visa a dinamização e requalificação de bibliotecas escolares de todo o Estado. Um compromisso que foi reforçado pelo governador durante a mensagem do Executivo enviada à Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa), no último dia 1°. No ano de 2011, sete bibliotecas foram completamente reformadas. Este ano, outras cinco bibliotecas já estão em fase de conclusão e devem ser entregues nos próximos dias. “A nossa expectativa é que no decorrer deste ano possamos entregar um número muito maior de bibliotecas reformadas. Tudo vai depender da demanda dos diretores das instituições e dos recursos destinados para esse fim”, explica Hellem dos Anjos, coordenadora do Siebe.

Para ficar ainda mais atraente, o novo perfil dos espaços de leitura contaram com a participação de um arte-educador que fez questão de implementar pequenos detalhes que fazem toda a diferença. “Dentro das bibliotecas nós colocamos desenhos na parede, simbolizando o espaço infantil e espalhamos pelas paredes trechos de poemas de autores paraenses para marcar a presença das obras do Pará, que merecem um destaque especial”, explica Waldir Lisboa, arte-educador da Seduc.

O resultado foi mais do que aprovado pelos estudantes. Ao entrar na biblioteca é possível perceber o entusiasmo das crianças e adolescentes. Enquanto dois jovens disputam um jogo de xadrez, dois meninos comentam as histórias em quadrinhos que acabam de ler. “Eu aprendi a jogar xadrez aqui. Agora todo o dia, no horário do recreio venho para cá”, conta Leonel Barros, 11 anos. Já o pequeno Igor Neves, 10 anos, virou fã dos livros infantis. “Não tinha o costume de ler e só queria saber de ficar correndo no pátio da escola. Hoje eu gosto de ficar na biblioteca lendo os livros e gibis. Passei até a colecionar historias em quadrinhos”, comenta.

No espaço onde as obras paraenses estão expostas, duas moças e um rapaz ensaiam trechos de uma peça que eles mesmos criaram através da literatura paraense. “Nós percebemos que a literatura pode ser transformada em arte. Isso foi possível através da reforma da biblioteca que nos despertou um interesse maior pela literatura”, afirma o aluno Carlos Gabriel, 17 anos, que cursa o 2º ano do ensino médio.

Foto: Agência Pará

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