E agora Ophir?

novembro 13, 2011 at 7:29 pm Deixe um comentário

Ao saber que o Presidente da OAB nacional recebia há treze anos do Estado do Pará sem bater o ponto um dia sequer, o blogueiro pensou sobre os adágios proferidos pela sua sábia e venerada mãezinha. Ela tem razão:

Casa de ferreiro espeto de pau

Santinho do pau oco

A ambição cerra o coração

Aqui se faz, aqui se paga

Amigo não empata amigo

A cobra vai fumar

As aparências enganam

A montanha pariu um rato

Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não enganam o mundo

A intenção é que conta

A roupa suja lava-se em casa

Amor com amor se paga. Denúncia também

As más noticias chegam depressa.

Leia a matéria da Jornalista ELVIRA LOBATO

O presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Filgueiras Cavalcante Júnior, é acusado de receber licença remunerada indevida de R$ 20 mil mensais do Estado do Pará.

A ação civil pública foi proposta na semana passada por dois advogados paraenses em meio a uma crise entre a OAB nacional e a seccional do Pará, que está sob intervenção.

Um dos autores da ação, Eduardo Imbiriba de Castro, é conselheiro da seccional.
Segundo os acusadores, Ophir Cavalcante, que é paraense, está em licença remunerada do Estado há 13 anos -o que não seria permitido pela legislação estadual-, mas advoga para clientes privados e empresas estatais.

Eles querem que Cavalcante devolva ao Estado os benefícios acumulados, que somariam cerca de R$ 1,5 milhão.

Cavalcante é procurador do Estado do Pará. De acordo com os autores da ação, ele tirou a primeira licença remunerada em fevereiro de 1998 para ser vice-presidente da OAB-PA.

Em 2001, elegeu-se presidente da seccional, e a Procuradoria prorrogou o benefício por mais três anos. Reeleito em 2004, a licença remunerada foi renovada.

O fato se repetiu em 2007, quando Cavalcante se elegeu diretor do Conselho Federal da OAB, e outra vez em 2010, quando se tornou presidente nacional da entidade.
Segundo os autores da ação, a lei autoriza o benefício para mandatos em sindicatos, associações de classe, federações e confederações. Alegam que a OAB não é órgão de representação classista dos procuradores. Além disso, a lei só permitiria uma prorrogação do benefício.

INTERVENÇÃO
Em 23 de outubro, o Conselho Federal da OAB afastou o presidente e os quatro membros da diretoria da seccional do Pará após acusações sobre a venda irregular de terreno da OAB em Altamira.

Imagem: Google

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