Na ponta dos pés

maio 31, 2011 at 1:15 pm 2 comentários

O blogueiro- que conhece muito bem a política educacional do PSBD para educação, sempre afirmou neste blogue que o desgoverno Jatene não implementaria o PCCR da educação, como fora sancionado pelo governo petista.

A evolução dos acontecimentos mostraram que ele tinha toda razão.

Enquanto parte da direção do SINTEPP se prestava a atuar como coadjuvante de Nilson Pinto e reforçar a política de criação de factoides tucanos, mostrando-se dócil parceira do desgoverno de Jatene, o atual Secretário, que é um político experiente e astuto, preparava a reação amarela e o desmonte do PCCR.

Primeiro Nilson Pinto pediu tempo ao SINTEPP e declarou que não entendia porque o PCCR ainda havia sido implantado. A direção do SINTEPP engoliu a isca!

Depois impôs ao grupo majoritário que dirige o sindicato uma revisão jurídica do PCCR, que possibilitou que se rasgasse as principais conquistas da categoria consagrada no plano tão sonhado pelos trabalhadores(as) da educação.

Agora Nilson Pinto, que de bobo só tem o semblante, declara no jornal dos camaradas Maiorana que quem estar impondo dificuldades a implantação do PCCR é a oposição sindical e deixa, propositalmente, transparecer aos trabalhadores(as) que mantem amistosas e mui amiga relação com o grupo que dirige o SINTEPP.

Check mate!!!

O Problema é que o Secretário de Educação percebeu bem cedo que esta velha máxima de Lao Tse cabe como uma luva ao grupo majoritário que dirige o SINTEPP:

Quem fica na ponta dos pés, tem pouca firmeza”.

Leia a matéria do O Liberal ( PccrOliberal)

Imagem: Google

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Entry filed under: Sem categoria.

Tempo de quadrilha Sobre o PCCR

2 Comentários Add your own

  • 1. valda oliveira  |  maio 31, 2011 às 4:01 pm

    Se você respeita o momento, você chega aonde você quer chegar”

    Responder
  • 2. Anonimo  |  junho 1, 2011 às 1:25 am

    Blogueiro,
    Quero me aproveitar do espaço de seu Blog para solicitar que o Ministério Público Federal mande apurar uma falcatrua de há anos vem ocorrendo nas escolas públicas da rede estadual.

    E, que eu tinha muita curiosidade em conhecer este mecanismo, isto é, o modus operandi das editoras junto às escolas/gestores/docentes no momento da escolha do livro didático.

    Este ano está chegando o período para a escolha dos livros e, a inserção dos livros selecionados em primeira e segunda opções.

    Lembro que recebia várias denúncias dos professores, dizendo que os livros que chegavam nas escolas nunca eram aqueles que eles (os professores) haviam selecionado.

    Outra denúncia é a de que as editoras tem acesso à senha que é enviada pelo MEC diretamente para a direção das escolas, a chamada “carta amarela”, que deveria ser de uso exclusivo da direção da escola é repassada às editoras mediante o pagamento de propinas às gestoras(es) escolares, para que as editoras possam ter acesso a esta senha e assim possam inserir seus livros.

    Responder

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